(((rádio lucweb))) : Tornado castiga cidades de Oklahoma, nos EUA

20 de mai de 2013

Tornado castiga cidades de Oklahoma, nos EUA

Os mais afetados pelo fenômeno foram os habitantes do subúrbios de Morre, de 55 mil moradores



Tempestade violenta que forma tornados atingiu a região central dos Estados Unidos e devastou locais por onde passou. Cidades como Kansas e Nebraska estão na rota do fenômeno
Um enorme tornado atingiu a cidade de Oklahoma na tarde desta segunda-feira, devastando a região e deixou destroços em toda a área. Não foram registradas mortes no ocorrido, mas a perigosa tempestade já ameaça até dez Estados. O Serviço Nacional de Meteorologia prevê 10% de chance de haver tornados nas regiões do Texas, Oklahoma, Arkansas, Kansas, Missouri e Illinois.
Este é o mais recente de uma série de tornados que vem se alastrando na região central dos Estados Unidos. Até então, o último caso havia sido também em Oklahoma, na tarde de domingo, deixando duas pessoas mortas e 39 feridas, conforme confirmado nesta segunda-feira. No mesmo dia, mais cedo, um tornado de maior proporção atingiu a cidade de Wichita, no Kansas.
Missouri, Oklahoma e Nebraska também são os outros locais que estão na rota da tempestade que vem produzindo ventos e tornados violentos e granizo do tamanho de bolas de baseball, segundo a agência de notícias Reuters.
O Serviço Nacional de Meteorologia advertiu que a tempestade pode provocar mais mortes se não houver proteção subterrânea ou abrigos contra tornados, e que destruições irão, inevitavelmente acontecer, incluindo detritos que serão levados fortemente pelo vento, podendo provocar mortes se atingirem pessoas ou animais.

No último dia 16, foi registrado o tornado mais mortífero nos Estados Unidos até agora este ano, matando seis pessoas no Texas. O tornado vem atingindo locais na região central do país, como Texas, Oklahoma, e Kansas. A temporada de tornados nos Estados Unidos costuma ter início na Costa do Golfo ao final do inverno, e então se move para o norte com o tempo de aquecimento, com alta em torno de maio e se dissipa até julho. (*com informações de agências)

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